segunda-feira, 20 de junho de 2016

RESENHA 19/06/16 - Urban do Segonho

Domingo de manhã, feira Hippie, passeio pela cidade e almoço juntos! Nossa companhia com patins são mágica incrível, e nossos dias de urban são capazes de contagiar nossa semana inteira com alegria.

A partida da Praça da Liberdade foi super tranquila, e a turma estava afinada. A descida da Av. João Pinheiro, que já foi o terror de nossos passeios, virou brincadeira de frenagem com direito a coreografia!!

Para nos convencer de vez de que não há urban sem muita risada, nosso visitante Alexandre tropeça num galho, cai lentamente com as pernas abertas e leva um rasgo na calça de fora a fora. O tombo foi sem dor para ele, mas não pudemos dizer o mesmo de nossas barrigas por causa de tanta risada.

Sorte ou destino, estávamos a alguns metros da feira Hippie, e lá mesmo fizemos a compra emergencial da bermuda substituta. É claro que a compra não poderia ser uma simples transação comercial... De mãos dadas feito alunos do primáro, fomos irrompendo por entre as barraquinhas verdejando o domingo artesanal desta feira tradicional.

Uma coisa é comprar a bermuda... Outra coisa é trocar! Não deixaram a gente usar o banheiro do Subway, então foi Habib's que salvou. Com nosso enorme talento de enriquecer as experiências, fizemos da parada fashion do Alexandre uma pausa para lanche, com direito a foto da Waninha mastigando como se não comesse há uma semana.

Seguindo viagem, foi nossa vez de decorar a praça da estação com nossas  poses de frenagem. Celular na foto automática, contagem regressiva e... Tudo bagunçado! 😂😂 foi tão divertido tentar fazer a foto que a gente nem viu se saiu direito. Foi um caindo em cima do outro, foto da bunda do que rodou sem querer e diaparo precoce com todos desprevinidos.

Estava muito divertido, mas era melhor a gente se apressar por que o passeio ainda estava no meio.

Ingressando na Av. Andradas, a adrenalina já sobe de vez. Com a segurança da sinalização de Marcos, seguimos em fila indiana verde vida. Tinha carro buzinando em apoio, gente que nem notava e também quem esbravejasse. Mas não tem mágoa de vida para enfrentar nossa alegria de estar ali, então vida que segue.

Pouco antes de nosso destino, enquanto ainda estávamos sentindo o sangue se aquecer nas veias, uma passarela bem alta sobre o boulevard arrudas nos convidou a uma foto. Intrépidos, subimos as escadas rumo à derradeira aventura. Denise entrou em pânico com a altura e teve que ser praticamente carregada. De olhos fechados como se estivesse esperando uma surpresa, ela participou dos vídeos e das fotos rindo de olhos fechados. Foi engraçadíssimo.

Para finalizar a parte fitness do passeio, uma patinada serena pela rua fechada da Andradas com conversa boa e ginástica nos aparelhos instalados por lá.

A seguda parte seria almoçar no Shopping e fim... Mas é claro que não ia ser sem diversão. De patins pelo estacionamento do Shopping, seguimos para a porta de entrada por que ninguém merece atravessar o estacionamento do Shopping de meia. Na aventura da travessia, fomos flagrados pela câmera e rapidamente o segurança de moto veio nos acompanhar, certificando-se de que não seríamos ameaça aos veículos dali.

Marconi, o marido super presente, trouxe seu irmão e nosso mascote Ti para o resgate, e pudemos calçar os tênis.

Na entrada do Shopping a piscina de bolinhas gigante deixou a gente com a sensação de que ainda íamos voltar alí juntos.

Almoçando e rindo de tudo o que aconteceu, tivemos a certeza de que vamos nos lembrar para sempre de como é simples ser incrivelmente feliz.





domingo, 20 de setembro de 2015

RESENHA 20/09 - Praça JK

Acordar às seis horas da manhã de domingo só pode ser bom se o programa for SENSACIONAL! E pergunte se alguém se queixou. Em um domingo com Sol forte só se viam sorrisos e camisetas verdes do BH ROLLER.


Às 6:45 MARINEL estava esperando no carro para começar sua aula. Ansiosa, ela tinha uma grande expectativa: tinha que patinar direitinho. Nas suas duas primeiras aulas ela estava tão nervosa e apressada que assimilou pouco. Na última aula, depois de um trabalho de tornar-se mais calma e serena, conseguiu se concentrar muito e patinou SOZINHA! Hoje, confiante de sua escalada para o sucesso, patinou firmemente por toda a Avenida Bandeirantes. É sensacional ver como as noites de sono funcionam como treinamento. Subindo grandes morros ou descendo em reboque frontal, Marinel não deixou o medo atrapalhar, e enfrentou todos os desafios. Depois de andar mais de 5km lindamente, foi para casa com a certeza de que é o patins mesmo que vai ser o companheiro de vida e saúde de agora em diante.
KÁTIA não perde tempo e já estava esperando por sua aula. As meninas acordaram cedo para acompanhar, mas ela não queria correr riscos e saiu na frente. Depois de tomar um belo tombo tentando andar com as meninas sem o professor há uma semana, Kátia decidiu aprender e se tornar independente. Patinando pela avenida, pouco havia o que corrigir em sua postura e patinação. Mais calma agora do que antes, ela conseguia pensar antes de agir e não parece ter se intimidado com toda aquela gente caminhando e pedalando pela praça toda. Já treinada em curvas simples, não teve dificuldades para manobrar no meio do povo, e na descida conseguiu usar e entender o reboque frontal. Com a chegada das meninas a dinâmica foi outra. Duas princesas rodeando a aula o tempo todo só fazem o domingo ficar mais gostoso, e como aprendem rápido as crianças.
DENISE é a aluna mais assídua do momento. Patina sozinha e se vira muito bem. Não tem dificuldade com quase nada e o medo não a bloqueia, embora exista na medida da precaução. Seu marido e Ti, o filho-espoleta ficaram em volta feito mosca de padaria, e a aula rendeu uma patinação de alto desempenho. Andamos tão bem que em 15 minutos chegamos ao Néctar da Serra. Nosso objetivo agora é a independência. Chegou a hora das aulas coletivas, e a autonomia é o cartão de entrada. Fizemos então o teste de fogo. Subida da praça do Papa depois de patinar da praça JK até a praça da bandeira! Guerreira, ela sorri diante do que já fez muitos chorarem. Íngreme e dificultada pelo Sol que não perdoa, a subida da Praça do Papa é para os fortes. Uma das características didáticas importantes desta subida é que o patinador PRECISA aprender que se patinar de forma ineficiente, não chega nunca. No começo Denise patinava com pernas afastadas e uma pendulação exagerada. Tudo isso consome muita energia e não nos deixa ir longe. Em poucos minutos ela entendeu o recado e começou a acertar tudo... "E tudo o que sobe tem que descer" lá vão Patrick e Denise morro abaixo controlando a velocidade naquela ribanceira. Haja perna! Mas foi sucesso!!!
ANA CLÁUDIA chegou para a aula já me fazendo rir. Atrasada segurando uma sacola que mais parecia um embrulho de manga e um coco. Atrasada, o que é raro, ela ainda tomou seu tempo para se equipar. Já no começo da aula ela teve que descer um degrau de quase meio metro. Adoro ver a cara que ela faz quando está com medo e é pressionada. Ana já sinalizou o interesse mas aulas coletivas, mas será necessário um trabalho sério com a falta da mão do professor na hora do medo. É impressionante o medo que ela fica quando não tem a mão do salvador. Só que uma coisa interessante aconteceu nesta aula e que só os observadores saberão apreciar. Para contextualizar, Ana tem tanto medo de velocidade que quase chora para ultrapassar um jabuti. Sempre faz biquinho e arma um escândalo ao menor sinal de ultrapassar a velocidade padrão de caminhada da terceira idade. Ontem, quando descíamos uma rua mais alta, a velocidade aumentou muito e ela começou a se queixar como de costume... Mas quando a inclinação diminuiu e a velocidade diminuiu um pouco ela disse: "agora não tem problema por que está devagar". Pera!  DE-VA-GAR?!?! Ana, você disse isso!  Pior de tudo é que não estava devagar. Descíamos a uma velocidade que até pede uma certa atenção. Mas para a nova Ana aquilo não era nada! Menosprezou a coitada! Que orgulho! São nessas pequenas coisas que vemos as pessoas evoluírem.
PAULA estava escondendo leite. Encontramos ela assentadinha no banco do ponto de ônibus, como quem não quer nada, mas guardava na manga uma patinação excelente!! Já saímos patinando com velocidade e trabalhando economia de energia. Nosso foco foi a patinação de longa distância. Com postura bacana e um bom desenho com o patins no chão, restava à aula os trabalhos com curva e frenagem. Como quase todo mundo, Paula tem uma assimetria na amplitude de rotação do fêmur que faz com que as curvas saiam melhor para um lado que para o outro. Com esforço, insistimos nos dois, e ela foi obrigada a cumprir o trajeto quase todo freando sozinha. Foi ótimo ver que temos mais uma companheira para o grupo de aprendizado coletivo!!
CARINA foi a aluna corajosa que fez aula uma da tarde. Não é fácil tomar 50 minutos de tapa na cara daquele Sol. Mas ela não se importa. Ser Diva tem seu preço, e ela pagou direitinho. Pressionados pela polícia do trânsito, que anunciava a abertura da avenida para o trânsito de carros ora interrompido, tivemos que agilizar. O sofrimento dela na primeira subida foi digno de retirante nordestino... Mas nada que um platô quase plano asfaltado não se fizesse de alento. Patinando mais firme e com economia, rapidinho ela já transformou a respiração esbaforida de quem estava prestes a desmaiar em uma respiração quase atlética de quem conhece o vigor. E lá fomos nós para a primeira descida longa. Super confiante no professor, Carina acha que faz aula com Chuck Norris, tal o seu desprendimento. Suas curvas e meia lua para a direita são tão boas que até ensaiamos umas coreografias de giro.
Por fim, tornados solitários pelo Sol que nem todos resistiram, fomos para casa com as lembranças da experiência que ficará marcada em nossa mente e músculos. Por que patins e vida e cura, e todos nós sabemos o tamanho do espaço que ele ocupa no coração para além do lazer e esporte. Que venham mil aulas e mil curas para as vidas de quem sabe aproveitar a saúde que tem!


Patrick Bonnereau
Professor de Patinação
#VamosPatinarJuntos
@bhroller
@artepatrick

  

sábado, 22 de agosto de 2015

Keep Calm and Pratique Slalom



Ainda estou sem palavras sobre o evento! 😍


Mas se eu fosse resumir, não teria nenhuma outra palavra melhor que EQUIPE!

Além de nos ensinar muitas coisas bacanas no slalom, Rodrigo Morgado mostrou que ser equipe é realmente a melhor forma de ter bons frutos em eventos como este!

Eu não tenho como agradecer um por um! Foram tantos que nos ajudaram, que nos apoiaram, incentivaram... Poxa! Estou realizada! Talvez não tenha sido o evento mais perfeito, mas sem dúvida foi o que mais tirei lições, o que mais aprendi!!

O resultado do evento vemos em fotos e vídeos que a galera vai publicando!! Quero ver tudo, pessoal!!! Postem aqui!!!! 😘

💜💜💜💜
Keep calm and pratique slalom!!!!! 
👍

Obrigada, Rodrigo! Esperamos você de volta o mais breve possível, com sua equipe paulista (Antonio Salles Junior, Victor Fialkovics, ....)




Poliana Bueno
Administração BHRoller
#VamosPatinarJuntos
bhroller

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

RESENHA Urban Intermediário Praça do Papa

Se o sentido da vida é vivenciar aprender, acho que estamos na vocação. Trocar de Ares com o patins nos pés é quase uma manifestação de omnipresença! Com o Céu azul de fundo, fica difícil acreditar que aquelas nuvens são objeto de estudo da Meteorologia e não das artes visuais! Para completar a experiência lúdica, as rodas nos pés parecem não deixar o chão nos prender ali. É como se a gravidade desse uma licença poética para irmos onde quisermos. 



E a gente quis ir longe! Com as técnicas básicas necessárias para desenvolver uma patinação segura pela cidade, CAMILA GIORI fez uma grande aventura: a subida da Praça do Papa.

Aquecendo e acertando o eterno problema do balanço exagerado, Camila foi sentindo que, se continuasse com muita amplitude na remada, ia acabar se cansando. A subida da Avenida Afonso Pena mostrou isso claramente. Com poucas passadas ela, que é atleta, já sentia um pouco as pernas.

Mas o semblante não mudava. E nem tinha como. A diversão de patinar pela cidade com segurança debaixo de um Céu pintado sentindo o calor do Sol brando sobre a pele é quase obrigatória!!

Não bastasse toda a subida, incluindo o trecho final de inclinação medonha, ela ainda andou sobre os bancos, para fortalecer a noção de eixo e centramento da patinada, e e subiu a escadaria toda fazendo graça e com passada cruzada.

Na descida, que não ficou por menos, usou o degrau largo para exercitar o controle de troca de base com desnível, e na descida, que foi super ágil, fez curvas com frenagem, excelentes arremates e encaixes frontais. Tudo isso em pouco mais de UMA HORA!!

ANA CLAUDIA já nos esperava e investo a história aqui para não demorar a dizer que ELA SIMPLESMENTE É QUASE OUTRA! Ela se lembra bem do dia em que ficamos quase 15 minutos da aula pelejando para descer um meio fio. UM MEIO FIO! Sim senhor! Hoje ela desceu SOZINHA. E não me refiro a descer sem “usar” a mão do instrutor. Disse que não havia ninguém por perto. Ana anda fortalecendo a musculatura e a mente, crescendo em força e coragem. Na aula de hoje ela fez o inimaginável: fez todo o trecho da praça JK até o Néctar da Serra em menos de 20 minutos! "Como assim, por exemplo, gente?”. E tirou muita onda comigo patinando sozinha, enfrentando as descidas e ficando no reboque traseiro, que é uma posição em que não posso antecipar um desequilíbrio e portanto requer confiança no aluno. Mas ela não tira onda sem troco, rs. Também desembestamos morro abaixo para ela sentir a adrenalina de sempre e foi guerreira como sempre… Também não sem o biquinho engraçado de medo e as bochechas vermelhas.

DENISE chegou com a família. O marido, resistente, ainda veio de bicicleta, mas o filhote já estava de patins. E a experiência não podia ser diferente: não é que o menino patinou melhor que que a mãe na primeira aula? Thiago é firme e forte. Muito leve, ele não tem dificuldade para reestabelecer o equilíbrio quando se atrapalha com as pernas, e até diria que ele tem porte de patinador. Destemido e concentrado, ele só teve que combater um pouco a ansiedade que dava na hora que a mãe passava na frente com aqueles pernas grandes dela. Descendo de trenzinho e com velocidade controlada,  aventura também foi em família. O pai, sempre por perto, parecia carregar aquela vontade láaaaa no fundo de colocar um patins e sair andando. Acho que da próxima não escapa.

Realizado ainda de manhã e com um domingo todo pela frente, volto com mais um cacho cheio de histórias lindas de aprendizado e superação sobre rodas. E se Aprender e ensinar não forem um fim sagrado para a vida, então é pelo menos o meu altar. Obrigado pela experiência sensacional de reviver a cada dia o momento mágico do aprendizado da patinação em cada um de vocês.

Patrick Bonnereau
Instrutor de Patinação
#VamosPatinarJuntos
bhroller


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terça-feira, 14 de julho de 2015

Resenha URBAN Básico Belvedere 01

Dizem que as coisas são bem entendidas quando podemos exprimi-las em uma palavra. Taí uma para nosso urban: SENSACIONAL!


É emocionante ver tanta gente unida por uma paixão! Patinadores experientes dividindo suas histórias e aprendizados com iniciantes e todos se ajudando! Pessoas que nem se conhecem dando-se as mãos e dividindo o pouco equilíbrio que conseguiam no trajeto simples mas desafiador. Esse era o cenário de mais um encontro de sucesso de nossa Maratona BH ROLLER Urban!

Tímidos na saída, os patinadores seguiam silenciosos e agrupados em pequenas panelinhas. Já na primeira grande travessia da avenida os pequenos grupos se fundiram em um só, e foi lindo ver o trânsito fechar para a passagem de toda aquela gente!

Mais apressadinhos, os patinadores com uma certa habilidade encabeçavam o grupo, distanciando-se um pouco. Mas não tem jeito! Todo mundo junto é bem melhor, e lá estavam eles de volta para ajudar os novatos.

Um pouco de medo na hora da descida temperou o passeio. Quem não sabe frear fica apreensivo e a adrenalina mexe com todo mundo. Com calma, grupos de 6 formavam uma grande fila de reboque frontal e os instrutores Patrick e Fillipe conduziam todos morro abaixo. Tombos a gente viu, mas nenhum rosto perdeu o sorriso nessa noite mágica.

E assim, com segurança e muita calma, patinadores se conheceram, velhos amigos se reencontraram, pessoas calcaram patins pela primeira vez e nostálgicos visitaram a infância. A equipe de administradores do BH ROLLER se sente muito realizada em ver que a vocação do grupo está sendo exercida! E que venham mais passeios e sorrisos de satisfação.

Vamos patinar Juntos!


Patrick Bonnereau
Instrutor de Patinação
#VamosPatinarJuntos
bhroller



sábado, 11 de julho de 2015

Resenha BH ROLLER Gastrô




São Pedro permitiu, então convocamos Santo Antônio e São João para a nossa quadrilha!

Um dia de muita alegria e com um Mineirão repleto de cores e food trucks. Muitas pessoas circulavam por lá curtindo mais uma edição do Mineirão Gastrô e puderam presenciar a energia positiva do coletivo BH Roller!


Dançamos uma, duas, três, quatro vezes... O pessoal não cansava de dançar e os olhares curiosos não paravam de nos rodear. Afinal, não é todo dia que se vê um arraiá de patins! E tampouco com o passinho: "olha o tombo!!" e todos os patinadores iam ao chão, arrancando risadas de todos!

Foi neste clima super agradável que fizemos a quadrilha BH Roller!


Além disso premiamos o casal mais bem caracterizado com R$200,00 em consumo no evento!!!!!

Que legal foi ver a unanimidade em votos para Dayanna e Douglas.


Um sucesso onde nem a mídia arriscou a ficar de fora!



- MGTV 1ª edição de ontem:

- jornal da alterosa (https://www.youtube.com/watch?v=w8pmA-16vHE&sns=fb);
- Record. Possivelmente Balanço Geral de amanhã de manhã;
- Jornal O Tempo (http://www.otempo.com.br/…/festivais-gastron%C3%B4micos-agi…).


Que venham outros eventos tão lindos quanto este!



Vamos patinar juntos!


Poliana Bueno
Administração BHRoller
#VamosPatinarJuntos
bhroller